Soft Skills como Ferramenta de Avaliação de Pessoas | Carreiras & Oportunidades

Soft Skills como Ferramenta de Avaliação de Pessoas



 Soft Skills como Ferramenta de Avaliação de Pessoas

 

Parece modismo, mas não é... atualmente nas esferas das organizações inovadoras, a expressão soft skills traduz a qualidade do profissional esperado pelo mundo do trabalho.  Para compreendermos, vamos esclarecer a expressão: soft skills= quociente de inteligência emocional, alicerçado pelas habilidades que corroboram com eficácia empresarial. Logo, o perfil deste profissional se destaca pelo fato de aliar a maturidade e estratégia do pensamento do individuo em consonância com as relações interpessoais, o que resultam em comprometimento com os objetivos organizacionais e o clima favorável a produção.     

 

O mundo do trabalho passa constantemente por transformações resultantes das variáveis macroambientais, tais como alterações sejam de ordem economia ou referente às leis, os ajustes são inevitáveis, remodelando desde as formas de contratação até a elaboração de critérios para avaliação de desempenho. Indubitavelmente, as organizações buscam profissionais com posturas profissionais, ética, critico, jogo de cintura, resiliente, analítico com competências e habilidades indispensáveis ao molde do cargo que será alocado.

 

Os profissionais que demonstram o quociente emocional elevado revela o comportamento agregador, parceiro nas relações de trabalho e estes reconhecem que o sucesso  depende do autoconhecimento, ou seja, da busca incessante de aprender e de gerir este conhecimento, a chamada autogestão.

 

De nada adianta ter um excelente currículo sem o comportamento esperado pelo perfil  apresentado, de forma análoga, é como um jardim sem flor. As habilidadescomportamentais ganham no critério exigência, pois conhecimento técnico pode ser aprendido, mas modificar   comportamento pode levar anos a fio, e ainda depende, do desejo de mudar do individuo. Para cargos gerenciais, por exemplo, as empresas precisam que  o profissional chegue  com atitudes e comportamentos de lideres, que exerçam a percepção do outro, das qualidades que podem ser extraídas da equipe e formas de condução a eliminar, ou neutralizar, atitudes que não somem ao grupo.

 

Torna-se necessário que os cargos sejam desenhados com o conhecimento do Soft Skills, quais são as habilidades e quociente emocional esperado para os determinados cargos e como mapear as competências, sem duvida, é preciso investir em ferramentas para que estas  buscas por profissionais competentes sejam mais assertivas.

 

As emoções não podem ser mais ignoradas, o homem não pode ser visto como  robô, estas emoções devem acrescentar as organizações em  manifestações de reconhecimento pelas conquistas das metas ou  como forma de demonstrar que todos estão no mesmo time, verbalizando de forma enfática, como um verdadeiro time de futebol! As organizações e os profissionais competentes agradecem!

 

Noêmia C Araújo Resende

Consultora Empresarial, Administradora, Especialista em Gestão Estratégica de Recursos Humanos, Professora universitária e mestranda em saúde, ambiente e trabalho pela UFBA.

 

Informamos que esse texto é de inteira responsabilidade do autor identificado acima.



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